Qual é a crise?

por Paulo Roberto Bufalo

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Sempre que ouvimos os governos falando em crise, logo vêm os remédios amargos para quem vive do trabalho. Estes remédios servem para que os trabalhadores paguem a conta da corrupção e da sonegação de impostos dos ricos e poderosos.

São cortes na assistência social, na saúde e na educação públicas, aumentos de impostos que afetam os mais pobres e redução de direitos sociais, como pretendem com as chamadas “reformas” da previdência e trabalhistas.

Sobre a previdência pública, mentem para o povo dizendo que ela dá prejuízos, que a culpa disso é dos aposentados e pensionistas e que precisam aumentar a idade de aposentadoria. Na verdade querem que as pessoas trabalhem e contribuam até morrer.

Só em 2015, o saldo da Previdência Pública, foi positivo em R$ 11 bilhões. Isso também é distorcido pelos governos, pois, além de tudo, querem privatizar a Seguridade Social transformando um direito em mercadoria.

Com as “reformas” trabalhistas, aprovaram as terceirizações que impõem condições de trabalho precárias e sem qualquer proteção em todas as áreas. Para aumentar a exploração, estão destruindo muitos direitos consolidados como, por exemplo, a garantia das mulheres gestantes não trabalharem em ambientes insalubres; as férias de 30 dias sem interrupção que, a critério das empresas, poderão ser dividida em até 3 períodos; ou o poder da Justiça do Trabalho anular acordos prejudiciais aos trabalhadores.

É preciso resistir para não pagarmos pela crise!

 

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